CONSTRUÇÃO
Armazenamento de sacos de cimentoO cimento é um produto perecível, portanto é preciso atentar para os cuidados necessários à sua conservação, pelo maior tempo possível, no depósito ou no canteiro de obras.
O cimento é embalado em sacos de papel kraft de múltiplas folhas. Trata-se de uma embalagem usada no mundo inteiro, para proteger o cimento da umidade e do manuseio no transporte, ao menor preço para o consumidor. Além disso, o saco de papel é o único que permite o enchimento com material ainda bastante aquecido, por ensacadeiras automáticas imprescindíveis ao atendimento do fluxo de produção (ao contrário de outros tipos de embalagem já testados, como a de plástico). Mas, o saco de papel protege pouco o cimento nele contido da ação direta da água.
Se o cimento entrar em contato com a água na estocagem, ele vai empredrar ou endurecer antes do tempo, inviabilizando sua utilização na obra ou fábrica de pré-moldados e artefatos de cimento.
Por isso, o cimento deve ser estocado em local seco, coberto e fechado de modo a protegê-lo da chuva, bem como afastado do chão, do piso e das paredes externas ou úmidas, longe de tanques, torneiras e encanamentos, ou pelo menos separados deles.
Recomenda-se iniciar a pilha de cimento sobre um tablado de madeira, montado a pelo menos 30 cm do chão ou piso e não formar pilhas maiores do que 10 sacos, se o cimento for ficar estocado por mais de quinze dias. Quanto maior a pilha, maior o peso sobre os primeiros sacos da pilha. Isso faz com que seus grãos sejam de tal forma comprimidos que o cimento contido nesses sacos fique quase endurecido, sendo necessário afofá-lo de novo, antes do uso, o que pode acabar levando ao rompimento do saco e à perda de boa parte do material. A pilha recomendada de 10 sacos também facilita a contagem, no hora da entrega e no controle dos estoques.
É recomendável utilizar primeiro o cimento estocado há mais tempo, deixando o que chegar por último para o fim, o que evita que um lote fique estocado por tempo excessivo, já que o cimento, bem estocado, é próprio para uso por três meses, no máximo, a partir da data de sua fabricação
Fonte: site da
ABCP
Aquisição do seu segundo imóvelNo Brasil, os meses de janeiro e fevereiro são propícios para se avaliar bem imóveis à beira-mar ou no campo. Em algumas regiões é epoca de chuvas, o que permite checar sem disfarces problemas de umidade (se, por exemplo, o trabalho de impermeabilização das fundações de uma casa não foi bem feito, é provável que o solo encharcado provoque manchas no rodapé). E, no país inteiro, os primeiros meses do ano são ensolarados e luminosos, o que, sem dúvida, ajuda na exigência de um imóvel arejado, com bom planejamento de ventilação e distribuição dos ambientes, para não correr o risco de efeito estufa no verão e do efeito geladeira no inverno (quartos voltados para o Norte, por exemplo, mantêm-se frescos nos dias quentes e mais aquecidos nos dias frios).
Estas observações têm peso de ouro como garantia de um bom negócio. Em linhas gerais, entretanto, o melhor conselho é jamais comprar um imóvel por impulso, deixando-se levar por paixão à primeira vista. Além de gostar da casa ou do apartamento em questão, deve-se avaliar bem sua localização e as condições do imóvel (pesando os gastos com documentação e uma possível reforma).
Fonte: Revista Arquitetura & Construção - jan/93.
Aspectos legais da construçãoA construção de uma edificação exige que sejam considerados e atendidos diversos aspectos, principalmente os de caráter legal, que têm início já na escolha do lote.
A legislação é muito ampla, e varia de um local para outro, motivo pelo qual recomenda-se, para todos os casos, a contratação de um profissional (arquiteto ou engenheiro). Entretanto, é bom saber o que ela envolve.
A fiscalização de obras, na verdade, não existe para aterrorizar os proprietários, mas para impedir que a legislação seja ferida. Quando algum tipo de irregularidade é encontrado - a construção não confere com a planta aprovada, foram feitas alterações no projeto original, há desrespeito às leis trabalhistas -, o fiscal deve emitir uma Notificação ao proprietário ou profisional responsável pela obra. A exemplo do Comunique-se, a Notificação não é uma penalidade em si, mas um documento legal, com prazo para que o proprietário ou o profissional apresente a solução do problema. Quando a irregularidade é muito grave, pondo em risco a integridade física dos pedestres ou casas vizinhas ou sendo obra clandestina, o fiscal tem poderes para embargar (paralizar) a obra.
Uma vez embargada, é dado um prazo para regularizar (ou justificar) a irregularidade que gerou o embargo, pagando uma taxa correspondente às adotadas na religação de água ou luz quando interrompidas por falta de pagamento.
Concluída a obra, visitados os guichês que comandam os aspectos legais da construção e cumpridas todas as obrigações técnicas e legais, é emitido o mais almejado dos documentos para quem constrói: o Habite-se. Sem ele, não é possível ocupar o imóvel; com ele, acaba a interferência municipal sobre a construção.
Fonte: Revista Arquitetura & Construção - jul/92.
Dicas para sua cozinhaOs principais fatores a serem considerados para o planejamento da cozinha são:
Distribuição
Se a área para cozinha é pequena, pode-se condensar o espaço dos componentes essenciais, como pia, bancada, refrigerador e fogão, alinhando-os em uma parede para permitir a circulação. Nesse caso, a pia ficará entre o fogão e o refrigerador, para torná-la eqüidistante dos outros pontos.
Nas cozinhas compridas ou estreitas, pode-se ocupar duas paredes, uma em frente à outra, no arranjo dos equipamentos principais. A alternativa é bem funcional, desde que numa parede fique a bancada com a pia e, na oposta, os outros itens.
Os ambientes em forma de "U" ampliam os espaços, facilitando a locomoção. Neste caso, a pia deve ser isolada junto à parede adjacente a outras duas, mantendo a área central destinada à circulação, permitindo aumentar o espaço ocupado por armários.
Com o desenho em "L" as áreas são mais bem aproveitadas. Recorre-se às duas partes adjacentes como centros de trabalho, deixando livre o resto do local para a circulação. É possível também a colocação de armários e a criação de um cantinho para refeições.
Outra solução é a "ilha", quando o lugar for espaçoso. Ela pode conter armários, bancadas, ou então formar um grande conjunto com pia, fogão, prateleiras e refrigerador. Entre as formas de distribuição para concepção de uma "ilha", encontram-se as cozinhas em "L" e em "U".
Luz e ventilação
Uma boa iluminação e ventilação conferem conforto e praticidade à cozinha. A iluminação natural é indispensável: a janela deve ficar sobre a pia, entre os armários superiores e a bancada. Ela funcionará como um ponto de partida importante, mas, obviamente, sem substituir a concepção da luz artificial. Caso não haja incidência de raios solares sobre a bancada da pia, pode-se instalar uma lâmpada fluorescente direcionada sobre o local. A luz fria é indicada também para o teto, com vantagem de não emitir calor nem gerar sombras.
Para obter uma boa ventilação, o relacionamento entre portas e janelas é fundamental. Se arquitetura permitir, as saídas de ar devem estar constantemente viradas para o exterior da residência, impedindo o acúmulo de gordura nos ambientes vizinhos. Essa relação entre portas e janelas não pode comprometer as correntes de ar.
Fonte: Revista Arquitetura & Construção - jun/93.
REFORMA
Esmalte SintéticoA nova fórmula da Coral, protege a beleza e o brilho por muito mais tempo. O Esmalte sintético possui secagem rápida, um rendimento excelente, alto poder de cobertura e qualidade de acabamento. Agora, em 30 minutos, a sua pintura estará pronta.
A nova fórmula já está disponível para linha branca e colorado nas três lojas do Armazém Pará.
Tinta frescaMuito além de pinceladas que cobrem superfícies desbotadas, as cores comunicam. Ditam estilos, atitudes, personalidades, e tendências. Para você ficar antenado, a Coral oferece o Tinta Fresca, um canal de dicas mensais inspiradas na natureza, na arquitetura, no cinema, na arte e no design. Olhe para o mundo e veja a cor.
Visite o site da
Coral
Corrosão de Armaduras em Elementos Estruturais (Pilares)Como o Pilar trabalha a compressão para suportar o peso da estrutura situada acima dele, um fissuramento provocaria uma diminuição da seção transversal do mesmo e, consequentemente no local haverá um ponto vulnerável, propiciando, se não houver um tratamento, o esmagamento do Pilar e comprometimento da estrutura. Todo este processo é lento, mas ininterrupto.
Muitos por desconhecimento, acham que o simples preenchimento das fissuras com argamassa de cimento e areia e algum aditivo, soluciona o problema. Tal procedimento não resolve o problema e a oxidação continua por que não foi tratada.
A solução implica em linhas gerais:
- Remoção do concreto afetado;
- Reconstituição da seção original da armadura;
- Em casos de início de corrosão sem comprometimento do concreto e das barras de aço, recuperar o componente estrutural mantendo as dimensões originais através de argamasa apropriada e com traço específico;
- Em casos avançados de corrosão, reformar o componente estrutural aumentando as suas dimensões originais através de reforço;
- Eventualmente, demolir e reconstruir o elemento afetado.
Vale salientar, que a oxidação de armadura pode acontecer em qualquer elemento estrutural a saber: Pilares, vigas e lajes.
Os serviços acima mencionados, por serem de grande responsabilidade, devem ser executados por firma de Engenharia responsável ou Engenheiro Civil.
Fonte:
Construirnet
Aplicação de siliconesO sucesso do trabalho de aplicação de silicone em fachadas, esquadrias e coberturas de vidro depende da qualidade da mão de obra e do controle de cada etapa - da limpeza da superfície, passando pela aplicação eventual de um primer e, finalmente, do silicone -, principalmente no caso de fachadas estruturais.
Para que a adesão do selante tenha bom resultado, o substrato deve estar limpo, seco e sólido. Cada tipo de substrato requer determinados procedimentos:
Metais
- alumínio natural: contém contaminantes como óleos, grafite ou resíduos de carbono. Pode ser difícil de limpar e se oxida facilmente, prejudicando a aderência do silicone. Preparar a superfície e aplicar o primer em uma película fina (se necessário); após cerca de 30 minutos, aplicar o selante;
- alumínio pintado ou anodizado: permite freqüentemente uma adesão excelente;
- aço inoxidável, galvanizado ou zincado: utilizar apenas selantes de cura neutra;
- aço não pintado ou estampado: sofre oxidação, provocando falhas no selante. Limpar a superfície com um pano embebido em álcool isopropílico e, em seguida, aplicar um pano seco para remover imediatamente a poluição. A utilização de um pano umedecido em álcool e outro seco é muito importante para que a superfície fique completamente limpa.
Vidros
É uma excelente superfície para adesão do silicone, porém requer cuidado na escolha do silicone correto, principalmente nos casos de vidros laminados, que devem receber apenas silicones de cura neutra. Os de cura acética liberam vapores ácidos que reagem com o filme de polivinilbutiral (PVB), provocando manchas na superfície próxima ao perímetro do vidro. A preparação da superfície deve ser feita através da limpeza com um pano embebido em álcool isopropílico e, em seguida, com um pano seco; aplicar o selante em seguida.
Concreto
Óleo ou outros contaminantes, como desmoldantes à base de vaselina, usados na formulação do concreto podem prejudicar a adesão do silicone. A superfície deve ser limpa com jato de areia, lixada e receber um polimento (se necessário, usar palha de aço). Se o concreto estiver molhado, usar solvente para limpeza e aceleração da evaporação da água. Aplicar o selante assim que o solvente evaporar ou o substrato secar.
Fonte: G & E Silicones do Brasil - Revista Finestra Brasil - ano 4 - nº 14.